“Conhecimento Livre”

Humanidades Digitais

Não é de hoje que cientistas defendem a ideia de que o conhecimento precisa ser difundido de forma livre para que a sociedade possa apropriar-se dele.
Mas o acesso aberto começou de fato a frutificar a partir dos anos 1990 com o advento da internet e sua capacidade de distribuir informação com custo baixo.”

Conhecimento livre

Fabrício Marques
Revista Fapesp – Edição 201, Novembro de 2012

Este artigo na Revista Fapesp resume os debates mais recentes em torno da difusão livre (aberta e gratuita) da pesquisa científica no mundo, seguindo a repercussão da Semana Internacional do Acesso Aberto de 2012. Como mostra o artigo, há grandes contrastes quanto aos avanços e entraves à difusão livre da produção acadêmica nos diferentes países – vale destacar, nesse sentido, a recente iniciativa de um grupo de cientistas contra a editora holandesa (hoje, na verdade, transnacional) Elsevier, com o lançamento de um boicote…

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Acervos digitais e reconstrução de narrativas – o caso da divulgação científica.

Humanidades Digitais

Histórias para contar: Acesso a documentos digitalizados ajuda a reconstituir os percursos da divulgação científica no Brasil | Revista Pesquisa Fapesp, ed. 200 – Outubro de 2012

Este artigo da Revista Fapesp aborda  o impacto do surgimento dos acervos digitais nas pesquisas sobre a história da divulgação científica no Brasil, apontando para um processo muito interessante: a digitalização de alguns acervos importantes está mostrando que o que era tido por lacunas do jornalismo científico eram, na realidade, lacunas na informação disponível aos historiadores: 

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A Rede Semântica (i)

Humanidades Digitais

Este post inaugura uma série de discussões sobre “web semântica“, “informações ligadas” e suas interrelações. Vamos começar com um exemplo ilustrativo das possibilidades para o trabalho com remissões entre objetos digitais, a partir das Cartas sobre os elementos de Botanica, de J.J. Rousseau, obra traduzida para o português e impressa na Tipografia do Arco do Cego em 1801, com diversas versões atualmente disponíveis na internet.

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“La educación prohibida”: Copyleft e cultura do compartilhamento

Humanidades Digitais

O documentário La educación prohibida estreia hoje em Buenos Aires e em todos os lugares do mundo, pelo site http://www.educacionprohibida.com. O filme, que integra mais de 90 entrevistas com educadores, oferece um questionamento da lógica da escolarização atual e mostra iniciativas educacionais inovadoras em 45 países.

No site do projeto, a primeira tela do filme anuncia: “É permitida e incentivada a cópia, modificação, tradução e exibição pública deste filme, desde que não exista finalidade de lucro (…) – Copyleft: A cultura se protege compartilhando“. O documentário foi idealizado por jovens estudantes argentinos e co-produzido por 704 doadores, pelo sistema de Financiamento Coletivo ou Crowdfunding, ou seja, pela contribuição espontânea feita por internet. 

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Digitalização dos acervos públicos europeus: Um balanço da década

Humanidades Digitais

A GLAM – Open Galleries, Libraries, Archives and Museums – é uma rede global de instituições dedicadas a construir o acesso aberto a seus acervos, como parte da Open Knowledge Foundation, e em parceria com a DM2E, a Comissão da União Europeia responsável por fomentar o acesso livre ao patrimônio cultural do continente por meio da Europeana. No site da GLAM, neste mês, há um artigo muito interessante sobre o estado atual dos esforços de digitalização dos acervos públicos europeus nesta última década. Veja o texto completo: The state of digitazition, por Joris Pekel.

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